Muito bom o texto sobre o CQBosta:

O Marcelo Tas, no tempo do Olhar Eletrônico (e, vá lá, algumas pautas do próprio CQC) sabiam fazer jornalismo, perguntas ionconvenientes mostrando facetas inesperadas. Mas não é isso o que faz a maioria dos sujeitos lá; fazem bullying (não tinham coisa mais divertida a perguntar a Hillary que comentar que foi traída pelo marido e insinuar que, se saiu para se divertir na Colômbia, tinha de sair dando por aí para se vingar?); mas, quando a fonte é amistosa chegam a descer ao mais baixo puxasaquismo, de envergonhar o jornalista mais picareta. Na última segunda, a grande matéria do sujeito em Cartagena foi penetrar na sala da conferência (coisa que bons jornalisats fazem com frequencia, contudo para sacar notícia) e dar tchauzinho para Dilma, o que comemorou no ar, de forma patética.

O CQC tem direito de fazer o que considera ser humor, contudo não tem por que alguém legitimar o disfarce de jornalista que eles querem impor. Se querem fazer palhaçada, lutem pelo crachá de palhaço e acesso aos eventos. Mas devidamente identificados como humoristas para adolescentes que são.

Leia a íntegra…

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