De 19 a 21 de junho deste ano, a Secretaria Municipal do Continente realizou no Parque Municipal de Coqueiros a primeira festa São João do Continente. A idéia surgiu após um levantamento de necessidades de eventos que valorizem e resgatem a tradição e a cultura que Florianópolis recebeu de seus colonizadores.

A festa aberta ao público contagiou a parte Continental da Cidade. A Comissão Organizadora da festa estima que aproximadamente 40 mil pessoas passaram pelo Parque Municipal de Coqueiros durante o evento.

“É uma forma de divulgar o nosso espaço, nosso trabalho e interagir com a comunidade, que participou ativamente de toda a festa. Assim damos também oportunidade às Associações de Moradores e aos grupos musicais e de dança da nossa região. Como por exemplo a Cia de Teatro Vanguarda que apresentou o Casamento do Jeca; o Grupo Amigos da Tupinambá que apresentou a quadrilha; o Grupo de Poetas Livres que é da nossa Biblioteca Pública Municipal Professor Barreiros Filho e muitos outros”, afirma o Secretário Municipal do Continente, Deglaber Goulart.

Entre os pontos fortes da festa estavam as comidas típicas, como bolos, salgados, pamonha, canjica, cuscuz e pipoca, além de outros. E como não podiam faltar as barracas com amendoim, pinhão, algodão doce, paçoca, churrasquinho, cachorro-quente, pé-de-moleque, cocada , etc.

O primeiro São João do Continente teve uma série de apresentações. Um palco com uma programação muito bem elaborada desde o início até o seu encerramento. Mostras teatrais, de dança e musicais, como o Grupo Expresso Rural, abrilhantaram a programação. Além de danças típicas, como quadrilha e pau-de-fita. Até o boi-de-mamão passou por lá.

Segundo o idealizador e Coordenador Geral da festa, Sílvio Sousa, que é Gerente Regional de Desenvolvimento Econômico e Eventos da Secretaria Municipal do Continente, foram vendidos cinco mil litros de quentão, um mil kg de pinhão e duas mil unidades de cachorros-quente. “O São João do Continente em sua 1ª edição não foi apenas um evento, contudo a recuperação de tradições. Muitos nessa época, procuravam uma festa com o tema junino e não a encontravam. Além disso, cada barraca da gastronomia foi explorada por uma entidade comunitária e teve o lucro aplicado em projetos sociais. Com isso, posso salientar que não foi apenas um evento “que o vento levou” e sim um acontecimento que deixou as pessoas felizes e satisfeitas”, diz Sílvio.

Sílvio acrescenta que a proposta é que no próximo ano a festa dobre sua estrutura e dure ainda mais tempo para atender melhor e proporcionar ainda mais entretenimento à comunidade.

O evento fará parte do cronograma anual da Secretaria Municipal do Continente.


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