O prefeito de Teresina, Elmano Férrer, acompanhado do presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Pedro Leopoldino, irá realizar, hoje(6), às 9 horas, vistoria da obra em construção da primeira Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24 horas) da Capital. Orçada em R$ 3,346 milhões, incluindo custos de equipamentos, numa área de 1.788,38 metros quadrados de construção, a unidade está sendo edificada na região do bairro Renascença (Zona Sudeste).

Financiada pelo Ministério da Saúde, com contrapartida da Prefeitura de Teresina, a UPA é do porte III, com 15 leitos de observação. É definida pelo Ministério da Saúde como um estabelecimento de complexidade intermediária entre as unidades saúde da família e os hospitais, que, juntos, compõem uma rede organizada de atenção às urgências. O principal objetivo desse tipo de unidade é diminuir as filas nos prontos-socorros dos hospitais, evitando que casos que possam ser resolvidos na UPA ou unidades saúde da família sejam encaminhados para a rede hospitalar.

A primeira UPA 24 horas de Teresina terá capacidade diária de 450 atendimentos médicos nos sete dias semanais, com seis profissionais de plantão, sendo três pediatras e três clínicos. A unidade constará de setores de pronto atendimento, de urgência, de apoio diagnóstico e terapêutico, de observação, de apoio técnico e logístico, além de apoio administrativo.

O presidente da FMS, Pedro Leopoldino, explica que o projeto das UPAs foi concebido recentemente pelo Ministério da Saúde e vem sendo implantado por todo o País. De acordo com o presidente, Teresina necessita de mais unidades como essa porque representam uma inovação nos atendimentos de urgência. Além da unidade da Zona Leste-Sudeste, mais duas serão também construídas nas regiões Centro-Norte e Sul da capital.

Competências – “Para se ter uma ideia, entre as principais competências da UPA, destacam-se a de prestar atendimento resolutivo e qualificado aos pacientes acometidos por quadros agudos de natureza clínica e prestar primeiro atendimento aos casos de natureza cirúrgica ou de trauma, estabilizando as vítimas e realizando a investigação diagnóstica inicial, definindo, em todos os casos, a necessidade ou não, de encaminhamento a serviços hospitalares de maior complexidade”, explica Pedro Leopoldino. “A UPA também fornece retaguarda às urgências atendidas pela atenção básica, funciona como local de estabilização de pacientes atendidos pelo SAMU e realiza consulta médica em regime de pronto atendimento aos casos de menor gravidade”, completa.

 

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