A cerca de 20 quilômetros do centro de Belo Horizonte, a Cidade Administrativa reúne 17 mil trabalhadores. Se fosse um município, ela estaria entre os 200 maiores do Estado em número de habitantes. São 330 salas de reunião, 15 mil computadores, 9 mil telefones, 78 elevadores, 11 restaurantes. E como toda cidade, tem um centro comercial e inúmeras atividades de lazer e esportes, que integram as pessoas e fazem parte da mais variadas experiências vividas neste local.

O centro de convivência supre parte das necessidades dos funcionários nos intervalos de trabalho: bancos, lotéricas, lojas, salão de beleza, drogaria, padaria e feiras de artesanato suprem a distância do centro da capital.

No nono andar do Edifício Gerais tem também “aula de dança”. Servidores públicos se reúnem quase que diariamente para praticar o forró no intervalo do almoço. “É uma oportunidade de socializar, conhecer outras pessoas e aprender a dançar”, afirma a servidora Cássia Ferreira.

A dança é uma das muitas atividades realizadas na Cidade Administrativa nos intervalos dos horários de trabalho. É uma forma de tornar mais leve a rotina e até de melhorar a produtividade. “A gente fica mais animado, trabalha com mais entusiasmo”, diz o servidor Marcus Vinicius Braga.

Atividades esportivas também são estimuladas. O local tem até times de vôlei de praia. Um torneio entre funcionários de todas as secretarias de Estado foi disputado em outubro, na mesma quadra montada para a 3ª etapa do Circuito de Vôlei do Banco do Brasil. A servidora Vania Cunha participou do torneio e aprovou. “O esporte pra mim é muito mais que conquista e competição, é integração”, declara.

No escritório, qualidade na estrutura

De volta ao escritório, profissionais com diferentes funções desfrutam da mesma estrutura – mesas padronizadas, equipamentos e móveis novos e de boa qualidade, o ambiente climatizado, dedetizado e higienizado. As coletas seletivas estão presentes em todos os andares, assim como copas e cozinhas para uso dos funcionários.

A estrutura é complexa e exige uma administração própria. A intendente Kennya Kreppel diz que reunir os órgãos públicos num só lugar significou uma importante economia para o Estado. “Mensurada em 2011, a economia foi de R$ 100 milhões, em comparação com os gastos dos anos anteriores. Estão centralizados os serviços de segurança, limpeza, frota, protocolo central. E o deslocamento entre os órgãos também ficou mais fácil”, afirma.

A cidade administrativa também abriga histórias de amor, como a de Tatiene e Pedro Facundo. “Eu era tímido, contudo com a convivência do dia a dia, passei a conhecê-la e a gostar dela”, explica o servidor.

“Ele me mandou uma mensagem falando que estava apaixonado por mim. Se eu não tivesse trabalhando aqui, não o teria conhecido”, se declara a esposa.

Assista ao vídeo ao lado, produzido pela Agência Minas, e confira esta e outras histórias da Cidade Administrativa.

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