Divulgação/Sete

Representantes da Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego receberam gestores da Secretaria Nacional e Economia Solidária

Representantes da Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego receberam gestores da Secretaria Nacional e Economia Solidária


Representantes da superintendência de Geração de Renda e Empreendedorismo da Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego (Sete) se reuniram, nesta sexta-feira (23), com a representante da Secretaria Nacional e Economia Solidária (SENAES) para discutirem o projeto “Promoção da Economia Popular Solidária no Estado de Minas Gerais”. O encontro foi realizado na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte.

O projeto, que objetiva promover a Economia Solidária, tem o foco em comunidades tradicionais, como a de Brejo dos Crioulos, localizada na divisa dos municípios de São João da Ponte, Varzelândia e Verdelândia, no Norte do Estado; e os Ribeirinhos do Salto da Divisa, situada numa região abrange todas as cidades do baixo, médio, e médio alto Jequitinhonha, de Salinas até Salto da Divisa, em um total de 42 municípios. A comunidade indígena Maxacali que está localizada no Nordeste do Estado, no Vale do Mucuri, em três porções de terras descontínuas localizadas em quatro municípios, Santa Helena de Minas, Bertópolis, Ladainha e Teófilo Otoni também será beneficiada.

Para atender tais comunidades, o projeto prevê a criação de Centros Multifuncionais de Referência em Economia Popular Solidária e Desenvolvimento Local para promoção da sustentabilidade e a capacidade de iniciativa das organizações econômicas populares. Para a realização das ações serão investidos um total de R$ 2.200.000,00 provenientes de recursos da Sete e do Ministério de Trabalho e Emprego.

Redução da pobreza

Para a superintendente de Geração de Renda e Empreendedorismo da Sete, Andrea Leão, o projeto é uma importante atividade do Governo de Minas, visto que o seu público-alvo é a população em situação de extrema pobreza. “Trata-se de um público que apresenta as maiores dificuldades de ingresso no mundo do trabalho, seja pelo baixo índice de escolaridade, seja pela ausência de capacidade técnica, seja pela falta de estruturas que impedem que os empreendimentos dessa população alcancem o mercado de forma efetiva. A nossa expectativa é que as ações do projeto atinjam no mínimo 50 empreendimentos e mil famílias, promovendo a fixação da população em seus territórios de origem, além da implantação efetiva da economia solidária para promover o desenvolvimento sustentável dos territórios”, afirma.

Complementando o raciocínio de Andrea Leão, a diretora de Assessoramento para Incubação de Empreendimentos Formais e Autogestionados da Sete, Juliana Macário, garante que, como execução das políticas públicas de promoção à Economia Solidária, “haverá promoção de ações de constituição, assistência técnica e social de empreendimentos da economia solidária nas comunidades, incentivo ao crédito produtivo, à comercialização, certificação e apoio a infraestrutura”.

Participaram da reunião a superintendente de Geração de Renda e Empreendedorismo da Sete, Andrea Leão; a diretora de Assessoramento para Incubação de Empreendimentos Formais e Autogestionados da Sete, Juliana Macário; a técnica do projeto, Jane da Silva, a assessora de gabinete, Kelly Cristina, e a representante da Secretaria Nacional e Economia Solidária, do Ministério do Trabalho e Emprego, Daniela Gomes Metello.

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