Felipe Barroca/Sede MG

O presidente do Indi, Frederico Álvares, e a secretária de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck, na apresentação

O presidente do Indi, Frederico Álvares, e a secretária de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck, na apresentação


O Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), apresentou, na noite dessa terça-feira (18), o resultado do Planejamento Estratégico para o período 2013-2018. O projeto foi realizado em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC) durante o ano de 2012 e contou com a colaboração de autoridades do Governo de Minas e estabelecidores de avaliação do meio empresarial.

A iniciativa da realização de um novo Planejamento Estratégico para o Indi faz parte de um conjunto de projetos e atividades que buscam o reposicionamento do instituto, passando a uma atuação proativa, focada na prospecção de investimentos internacionais e no aftercare, ou seja, o atendimento continuado aos investidores para a manutenção de um ambiente apropriado ao investimento. Além disso, o Indi busca consolidar a sua visão de longo prazo, de se tornar referência mundial como a agência mais efetiva de promoção de investimentos produtivos até 2018.

Durante a apresentação, realizada no auditório do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), o presidente do Indi, José Frederico Álvares, lembrou que em 2011, o grupo inglês Economist Intelligence Unit (EIU), responsável pela publicação da revista The Economist, considerou Minas Gerais como um dos Estados mais bem preparados para se beneficiar da expansão dos investimentos estrangeiros, justamente por manter uma eficiente agência de promoção. Já em 2012, o mesmo grupo inglês divulgou novo estudo em que classifica Minas Gerais como um dos três Estados mais competitivos do país.

O projeto foi realizado para atender a necessidade de maior competitividade do instituto na atração de investimentos para o Estado. A nova dinâmica mundial e a competição crescente não apenas entre estados, contudo também entre países, obrigam as agências de promoção de investimentos a adotar uma postura mais agressiva e utilizar todos os seus recursos para que o investidor seja atendido e tenha acesso às informações de forma rápida e eficiente.

“Temos pela frente um cenário de extrema competição pela atração de novos investimentos e o nosso grande desafio será o de manter a posição como um dos melhores sistemas de promoção de investimentos do país”, afirmou o presidente do Indi.

De acordo com a secretária Dorothea Werneck, que também preside o Conselho superior do Indi, entre as grandes metas traçadas pelo Governo de Minas Gerais e pelo governador Antonio Anastasia estão a atração cada vez maior de investimentos que gerem empregos de qualidade e o reposicionamento de Minas Gerais nos cenários nacional e internacional.

“Nossa obrigação é exibir o que Minas Gerais e o Indi oferecem em termos de atenção, comprometimento, respeito aos contratos, além de outras condições que nos colocam como um dos melhores lugares para atrair novos projetos. Acredito que isto já esteja em curso”, frisou Dorothea Werneck.

Planejamento

Todo o processo de planejamento contou com o envolvimento da equipe do Indi e a metodologia da Fundação Dom Cabral. Essa forma de trabalho propiciou a transferência de conhecimento, garantindo o embasamento necessário para que a própria equipe de gestão do instituto faça o acompanhamento e as revisões futuras necessárias.

Apenas entre janeiro e novembro deste ano, foram assinados, com assistência do Indi, 158 protocolos de intenções para investimentos em diversos setores, que somam R$ 17,4 bilhões, com a criação de 66.379 empregos (26.821 diretos e 39.558 indiretos).

O presidente do Indi analisou os resultados e destacou que “além de melhor distribuídos, houve também uma diversificação dos setores entre as empresas que optaram por investir em Minas. A grande motivação do Indi é continuar a prospecção de novos projetos e criar, cada vez mais, melhores condições para atrair investidores”.

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